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      O Ensino Fundamental II – 6º ao 9º ano – é o segmento da Educação Básica marcado por importantes transições biopsicológicas do desenvolvimento do aluno e, ainda, transições de ordem curricular. Muda significativamente a dinâmica da sala de aula, pela substituição de professores polivalentes por vários professores, de acordo com os componentes curriculares.

           Esse novo – porque diferente – processo pedagógico se estabelece na relação entre pré-adolescentes, adolescentes e educadores, envolvendo múltiplos aspectos da formação desenvolvida pela escola. Não basta o educador dominar conhecimentos e teorias, esse educador do Fundamental II intervém para realizar aprendizagens significativas, considerando as possibilidades de investigação científica já iniciada e, principalmente, as potencialidades para prosseguimento de estudos no Ensino Médio.

      Com base no princípio do educando para o pensar, pretendido pela escola, mediamos o trabalho didático-pedagógico, observando as dimensões cognitiva, afetiva, física, ética, estética e política que compõem a educação cidadã. O esforço é o de aproximar o aluno das sequências didáticas mais complexas e mais representativas dos contextos e das explicações científicas. Por meio delas, os alunos vão tornando-se construtores de seus conhecimentos, sob a coordenação do professor, que lhes propõe atividades as quais extrapolam conteúdos factuais e avançam na perspectiva da formação de conceitos, procedimentos e atitudes.

           Para aproximar a prática de uma mediação didática que inclui metodologias expressas em problematizações, observações da realidade prática e produções do aluno, estudamos, a cada ano, autores que os reforçam, por exemplo, os teóricos sociointeracionistas e outros que tratam de aspectos mais específicos, como a avaliação do processo de ensino e aprendizagem.

         O tratamento avaliativo encontra respaldo teórico na concepção formativa, como processo não mais restrito à aprendizagem do aluno, pois os sujeitos são alunos e professores que têm por objeto da avaliação o ensino e a aprendizagem. Para executar a avaliação formativa, consideramos suas fases, estimulando o aluno ao exercício da metacognição, identificando o que aprendeu, o que não aprendeu, por que não aprendeu, a fim de, na medida do possível, dar-lhe a oportunidade da refacção dos trabalhos. Valorizar sempre o estudo diário, o fazer e o refazer de várias e diversificadas atividades, tentando desconstruir o hábito de apenas estudar para provas.